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segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Zara não paga mais aluguel...


Já entrou na Zara de Milão? Aquela que fica pertinho do Duomo, com a imponente e famosa escadaria? É uma das lojas mais famosas do colosso espanhol da moda low cost e agora é todinha do grupo Inditex (o dono da Zara). O grupo acaba de comprar o edifício do Corso Vittorio Emanuele II

O grupo pagou nada menos que 103 milhões de euros pelos 4,5 mil metros quadrados de superfície. O grupo diz que a compra do imóvel não muda a estratégia da Inditex, ou seja, aquela de abrir lojas alugando espaços. A Zara funciona alí desde abril de 2002. No ano passado, a Inditex inaugurou uma flagship store da Stradivarius (outra marca do grupo) no Corso Buenos Aires, esquina com Via Palazzi. 

Atualmente, o grupo marca presença em mais de 50 cidades italianas, com cerca 300 pontos de venda dos quais, 88 levam a marca Zara na fachada. No mundo, são mais de 5,1 mil lojas das marcas Zara (Home e Kids), Pull & Bear, Massimo Dutti, Bershka, Stradivarius, Oysho e Uterqüe, espalhadas em 78 países. (via)

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Mercado mundial do luxo deve crescer 8% em 2011


Crise? Não para o mercado do luxo que deve crescer 8% este ano, superando as expectativas iniciais que falavam de um crescimento de 5%, isso apesar da contração que se deve verificar no Japão por causa do desastre do terremoto de março. Ainda assim, o resultado é menor daquele obtido no ano passado, quando o mercado de venda de artigos de luxo festejou um incremento de 12% no volume de negócios. 

Especialistas do grupo Bain & Company, responsável pelo estudo, afirmam que business ligado ao setor do luxo deve continuar crescento com estimativas que chegam a um crescimento médio de 5,6 pontos percentuais até o final de 2014. 

A China parece ser a locomotiva do crescimento, com uma expansão da sua "luxury quote" em torno a 25% em 2011 e com isso, destinado a se tornar o terceiro mercado mundial para bens de luxo, depois do baqueado Japão (que deve perder 5 pontos percentuais, mas com promessa de recuperação no terceiro trimestre) e Estados Unidos. Já a Europa espera um aumento de 8%, possível principalmente à venda de produtos realizados em couro, relógios de luxo, jóias e roupas. 

Via: Luxuo